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OS ENCANTOS DA DANÇA

Dançar faz bem para o corpo e para mente.Relaxa, diverte, propicia encontros. Democrática

Dançar faz bem para o corpo e para mente.Relaxa, diverte, propicia encontros. Democrática por natureza, acolhe homens e mulheres de qualquer idade. Quem dança, seus males espanta!

“A dança é a linguagem escondida da alma”. A tocante frase foi mencionada pela bailarina norte-americana Martha Graham (1894-1991), que revolucionou a dança moderna no século 20, e dançou e coreografou por mais de 70 anos. Os poderes terapêuticos da dança são exaltados há muitas décadas. Ao mesmo tempo que faz bem para o corpo, diverte e facilita a integração com outras pessoas. É uma das atividades mais democráticas que existe, acolhendo homens e mulheres de qualquer idade. Não é pouca coisa. Um ditado popular diz que o amadurecimento aumenta a sabedoria. A terceira idade, então, é sábia ao mostrar que sabe e gosta de dançar.

“A dança é um grande remédio”, afirma Cesar Sallum, paulistano de 72 anos, cliente da TeleHelp. Cesar começou a dançar por volta dos 15 anos, sem nunca ter feito aula ou curso, e teve a esposa como companheira inseparável nos salões dos clubes de São Paulo, por mais de 30 anos. Dançar nunca saiu de moda. É fácil constatar isso nos muitos clubes que oferecem bailes, ou as famosas “domingueiras”, em várias cidades do país.

Fundado em 1930, o Clube Esportivo da Penha é um dos mais tradicionais de São Paulo, e realiza há 10 anos a popular “Domingueira Dançante”, que costuma reunir em média 350 pessoas todos os domingos, das 17h às 23h, para dançar os mais variados ritmos. A cada semana, os organizadores trazem um banda diferente, com estilos que vão dos clássicos bolero e salsa, transitam pelos hits dos anos 60 e 70 e chegam ao samba e forró. E o ecletismo musical pode ser todo numa mesma noite.

Com um público de perfil variado – há casais, divorciados, viúvos e solteiros – o baile é democrático também com relação as idades. “Até pouco tempo atrás, a Domingueira reunia pessoas mais maduras, a partir dos 50 anos. Mas, com o interesse dos mais jovens pela da dança de salão, muitos têm vindo assiduamente ao baile, pois precisam praticar. E a integração entre todas as idades é surpreendente, eles fazem amizades e se “adicionam” no Facebook, tiram fotos, é uma troca muito rica”, conta Yara Ciera, organizadora do baile há 9 anos.

A história da Domingueira Dançante é interessante e foi ideia do pai de Yara, o bailarino Décio Ciera. “Junto com um sócio, Luiz Sam Brasil, meu pai idealizou o baile, porém, após um ano ele faleceu. O Luiz perguntou se eu não teria interesse em assumir o lugar dele e eu encarei, com 23 anos à época. Hoje, é um baile tradicional, que tem 10 anos”, relembra Yara.

A TeleHelp tem acompanhado as Domingueiras, por conta de uma parceria com o Clube, e as equipes atestam a animação e o sucesso do evento. “A pista está sempre cheia, todo mundo levanta para dançar”, acrescenta Yara.

Como o Clube Esportivo da Penha há vários outros na capital paulista, e em outras cidades pelo Brasil, que organizam bailes dançantes regulares. Como publicado em matéria na última edição do jornal Atividade, existem aulas de dança gratuitas em parques, como o Ibirapuera, em São Paulo. Outra opção para aqueles que querem começar, ou voltar, a dançar é procurar as unidades do SESC (Serviço Social do Comércio), que costumam oferecer aulas de dança voltados para a terceira idade, além claro de academias e professores particulares.

 A dança faz bem para o corpo, diverte e facilita a integração com outras pessoas. Um ditado popular diz que o amadurecimento aumenta a sabedoria. A terceira idade, então, é sábia ao mostrar que sabe e gosta de dançar. Mente sã, corpo são Há tempos os benefícios da dança, para qualquer idade, são propagados por médicos e amparados por estudos científicos. Dançar fortalece músculos, ajuda no equilíbrio e, como toda atividade aeróbica, queima calorias! A dança também oferece estímulos para desinibição e socialização. Muitos talentos costumam se desenvolver na terceira idade, como a escrita ou a pintura. Por sua natureza abrangente, a dança é um prazer a ser descoberto a qualquer momento.

“Sou viúva há dois anos e meio e faz pouco mais de um ano comecei a frequentar o Sesc Pompéia, onde toda quarta, das 16h30 às 18h30, as pessoas se encontram para dançar. Algumas amigas do meu prédio que frequentavam me convidaram para ir e eu gostei. Aprendi dançando.”

Além da dança com ritmos musicais variados, há a chamada Dança Sênior, uma modalidade que tem ganhado espaço no Brasil como opção de atividade física. Criada na Alemanha nos anos 70 por IlseTutt, contempla movimentos simples ao som de músicas folclóricas ritmadas, que remetem às cantigas infantis. As aulas são realizadas em grupos e praticadas, geralmente, em círculos ou em duplas.

“O corpo fica maleável e a mente relaxada”, atesta a mineira Margarida Maria Martins Neto, também cliente da TeleHelp, que praticou Dança Sênior por cinco anos. Aos 80 anos, moradora de Belo Horizonte, Margarida ressalta também as amizades que fez nas aulas e que perduram. “A professora dizia que fazíamos alongamento do corpo e da língua, porque as conversas eram animadas”, brinca.

Outra modalidade mais terapêutica é a chamada Dança Circular, também denominada Dança dos Povos, por usar músicas folclóricas de diversas partes do mundo. O estilo começou se desenvolver no Brasil nos anos 80 e as aulas são praticadas em círculos. A paulistana Maria José Meloni Rocco, cliente da TeleHelp, é adepta do gênero há seis anos e pratica em um posto de atendimento da prefeitura na região da avenida Sumaré, em São Paulo. “Sinto-me muito bem com a atividade”, diz. Mais recentemente, no entanto, descobriu os prazeres da dança de salão. “Sou viúva há dois anos e meio e faz pouco mais de um ano comecei a frequentar o Sesc Pompéia, onde toda quarta, das 16h30 às 18h30, as pessoas se encontram para dançar. Algumas amigas do meu prédio que frequentavam me convidaram para ir e eu gostei. Aprendi dançando”, conta. “A dança ajudou muito na minha viuvez. Ela eleva a autoestima, faz bem para o corpo e para a mente”, conclui Maria José, 72 anos, dois filhos. Na dança não importa a preferência de ritmo ou estilo, mas sim, relaxar e se divertir.



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