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Cem anos do cantor que inventou a dor-de-cotovelo

“Felicidade foi se embora e a saudade no meu peito, ainda mora e é por isso que eu gosto, lá de fora porque sei que a

“Felicidade foi se embora e a saudade no meu peito, ainda mora e é por isso que eu gosto, lá de fora porque sei que a falsidade não vigora…”. Quem não conhece esses versos? Uma das canções brasileiras mais populares de todos os tempos, Felicidade, é uma das centenas escritas pelo gaúcho Lupicínio Rodrigues, que nesta semana teve seu centenário de nascimento celebrado. Lupicínio nasceu em em Porto Alegre no dia 16 de setembro de 1914 e, no próximo dia 27 de agosto, completa-se 40 anos sem o cantor, que conquistou o país com suas músicas melancólicas, falando principalmente de amor e relacionamentos mal sucedidos. Não à toa ficou famoso também por ter popularizado o termo “dor-de-cotovelo”, uma referência àqueles que ficavam com os cotovelos em cima de uma mesa de bar lamentando dores de amor.

A consagração nacional de Lupicínio veio com a música “Se acaso você chegasse”, em 1938, e suas músicas foram cantadas pelos principais artistas nacionais. “Felicidade” foi gravada por Caetano Veloso, Gal Costa, Maria Bethânia, Elis Regina, Elza Soares, entre tantos outros nomes famosos da MPB. “Esses Moços” tornou-se inesquecível na interpretação de Francisco Alves, chamado o rei da voz e um de seus maiores intérpretes. No vídeo abaixo, Lupicínio conta a história de outra famosa música dor-de-cotovelo de sua autoria, “Nervos de Aço”:

Lupicínio sempre viveu em Porto Alegre, onde foi dono de diversos bares e restaurantes, nos quais costumava reunir seus amigos de boemia. Começou a compor com 14 anos, idade com a qual gravou também seu primeiro samba. Em 1959, escreveu o hino do Grêmio Futebol Clube. Nos anos 60, quando a jovem guarda estava no auge, a música de Lupicínio caiu no esquecimento, mas suas canções voltaram a fazer sucesso nos anos 70, com gravações de Caetano e Elis Regina. Nos anos 80, as músicas “Nunca” e “Loucura” fizeram muito sucesso nas vozes de Zizi Possi e Maria Bethânia e, recentemente, cantores da nova geração abraçaram também o cancioneiro de Lupicínio, como Arnaldo Antunes e Adriana Calcanhoto.



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