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Manifesto Telehelp

Viver é maravilhoso, mas não é exatamente fácil. Envelhecer é maravilhoso, mas não é exatamente fácil.

Viver é maravilhoso, mas não é exatamente fácil.
Talvez a vida possa até ser definida como a rede tecida com os fios das alegrias e das tristezas, do sublime e do sofrimento, da celebração e da dor.

Envelhecer é maravilhoso, mas não é exatamente fácil.
Lentamente o corpo muda, as relações mudam, as rotinas mudam. E isso tudo é evolução. De maneira natural e contínua, vamos compreendendo cada vez melhor as ideias que antes evitávamos e que nos são fundamentais, como a consciência de nossa fragilidade e finitude.

O tempo, sempre ele, nos confirma a interdependência entre todos os seres vivos. E que a autonomia total é uma ilusão. Cada um tem sua jornada, com seu inicio e fim, mas ninguém caminha sozinho. A ideia de independência é uma ingênua abstração ficcional. Nada nem ninguém é independente. Somos absoluta e inexoravelmente interdependentes. Cada ser vivo depende de todos os outros.

Pena que demoramos décadas para perceber coisas tão simples, como nossa total necessidade de amor, seja daquele que damos ou do que recebemos. Perceber, acolher e celebrar essa sabedoria é uma das coisas mais difíceis, e ao mesmo tempo, mais libertadoras na vida.

Como grupo social, não entendemos e não sabemos exatamente como lidar com tudo isso. Tentando desesperadamente maquiar, adiar ou reverter o fluxo natural da vida, ou criando eufemismos tolos como “melhor idade”, nossa sociedade continua tratando o envelhecimento como um defeito, uma condição inferior, algo indesejável e portanto, descartável.

Evidentemente não há "melhor idade": cada fase da vida vem com suas dores e delícias, suas sombras e suas luzes.

A graça da vida é que ela simplesmente é. A maior alegria é estar vivo, agora.

Assim, acreditamos que difundir uma ideia bastante simples é uma das nossas missões mais relevantes e urgentes para que possamos de verdade vislumbrar um mundo mais razoável, equilibrado e civilizado nos tempos que virão:

Entender a dádiva e ao mesmo tempo o peso de estar vivo, reconhecer nossa total interconexão com os outros, desfrutar de cada segundo dessa viagem, pelo maior tempo e com a maior qualidade possíveis, com serenidade e o espírito aberto e leve diante das alegrias e dos sofrimentos, é o que pode fazer uma existência realmente plena.

E isso sim transforma a gente. Isso sim muda o mundo.