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    TRABALHO APÓS OS 50 ANOS

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    12/05/2017

    TRABALHO APÓS OS 50 ANOS

    TRABALHO APÓS OS 50 ANOS

    O mercado de trabalho está mudando, seja para jovens ou pessoas com mais de 50 anos. Em momentos de crise ou transformação, o importante é abrir-se para o novo e buscar alternativas.

    Entre os muitos desafios do envelhecimento, um ainda é pouco discutido abertamente, pelo menos no Brasil – a questão do mercado de trabalho para aqueles que já passaram dos 50 anos. Com a crise econômica enfrentada pelo país atualmente, há novos aspectos para serem incluídos nos debates, como o fato deste público ter mais chance de ser dispensado primeiro, e figurar entre os que enfrentam mais dificuldades para se recolocar. Mas há luz no fim do túnel.

    “Ainda há um longo caminho a ser percorrido, mas este assunto tem sido cada vez mais falado. Ainda não é uma realidade para muitas empresas, é preciso uma mudança de cultura, mas algumas como a TeleHelp estão olhando para isso. Governo e a sociedade já entenderam que a população brasileira está envelhecendo e a gente não está preparado para este fato”, opina Mórris Litvak, fundador da plataforma MaturiJobs, serviço que propõe ajudar pessoas com mais de 50 anos a encontrar recolocação no mercado de trabalho.

    Estudo recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que o número de idosos no Brasil cresce acima da média mundial. Projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que em pouco mais de uma década, o número de pessoas com mais de 65 anos saltará dos atuais 16 milhões para cerca de 30 milhões. Ou seja, as estatísticas já fazem seus alertas para um país com forte cultura de valorização da juventude. Se a população está envelhecendo significa que o mercado de trabalho também envelhecerá.

    Segundo Mórris existe um preconceito com relação a idade por parte dos contratantes, relacionado principalmente à ideia que é um profissional mais caro e defasado tecnologicamente. “E muitas vezes pode ser justamente o contrário, há muitas pessoas mais velhas abertas a ganhar menos que ganhavam. Se as empresas souberem aproveitar esse profissional, ele pode fazer diferença em muitas situações, pois conta com experiência de vida”.

    Repensar os cálculos da economia pode ser um aprendizado para as companhias. “Em vez de ver o que está economizando com números, as empresas precisam ver o que estão perdendo ao não privilegiar um profissional experiente. Precisamos quebrar barreiras que existem dos dois lados – jovens e idosos – e investir no diálogo inter geracional, para que um possa aprender com o outro”, avalia Mórris.

    A ideia do MaturiJobs é pioneira no Brasil e há projetos para expansão internacional. Fundado há apenas dois anos, a plataforma on-line tem 10 mil pessoas cadastradas e cerca de 300 empresas que já disponibilizaram vagas, sendo a maioria concentrada em São Paulo.

    TRABALHO APÓS OS 50 ANOS

    RELATOS DE RECOMEÇOS APÓS 50 ANOS

    Recentemente, três profissionais com histórias e formações completamente distintas começaram a atuar na TeleHelp, na Central de Atendimento 24 Horas e no SAC. Em comum, Hulda, Rosangela e Susi compartilham o fato de terem encontrado o emprego por meio da plataforma MaturiJobs. Nos relatos de cada uma há diferentes realidades de quem tem mais de 50 anos e deseja se recolocar no mercado de trabalho.

     

    FELIZ COM A MADRUGADA

    Depois de muitos anos trabalhando em São Paulo como editora de arte, Hulda Melo dos Santos viu-se afetada pela crise enfrentada pelo setor editorial. Aos 56 anos, resolveu ampliar os horizontes. “Decidi me abrir para outras oportunidades que não fossem só na área que estava acostumada. Conheci o MaturiJobs pelo Facebook e logo após a inscrição fui chamada para quatro entrevistas, entre elas na TeleHelp, e deu certo. Foi uma grata descoberta”, conta.

    A vaga disponível naquele momento na empresa era no turno da madrugada na Central de Atendimento 24 horas. O que pode parecer, em princípio, um trabalho mais adequado à jovens agradou à Hulda. “Estou gostando do horário, tenho tempo durante o dia para fazer minhas coisas. E também estou surpresa em descobrir que tenho habilidade para lidar com pessoas. O trabalho é de uma troca incrível, na verdade, sinto que mais recebo do que dou. Ainda estou aprendendo, mas o treinamento da TeleHelp é fantástico e a equipe muito acolhedora. Você faz uma coisa a vida inteira e, de repente, descobre que pode muito mais”.

     

    UMA MUDANÇA INESPERADA

    Depois de anos trabalhando em cargos administrativos e de atendimento em diversas empresas, a paulista Rosangela Arruda, de 51 anos, resolveu aceitar o convite de uma amiga para trabalhar em uma escola de idiomas em Belém, no Pará. Enquanto se preparava para a mudança, uma reviravolta nos planos. Por questões pessoais, a amiga precisou adiar a abertura do negócio, e Rosangela teve que começar do zero a busca por um emprego. Resolveu concentrar a procura nas áreas em que estava acostumada atuar, assim, pesquisando na Internet, conheceu o MaturiJobs e se inscreveu na plataforma.

    “Fui chamada para uma entrevista na TeleHelp e de cara gostei da empresa. Nos últimos oito anos eu havia trabalhado próxima de ONGs, muito focada em ajudar pessoas, e este é o foco da TeleHelp também. Sinto que aprendo todos os dias com os clientes”.

     

    DE VOLTA AO MERCADO

    A história de Susi Donio Brandes é comum a muitas mulheres desta geração, que deixaram de lado a construção de uma carreira para se dedicarem à criação dos filhos. Com formação em Marketing, nunca chegou a atuar na área, mas havia trabalhado com Atendimento. Há cerca de seis anos, por questões pessoais parou de trabalhar. Recentemente, com a crise econômica no país precisou voltar ao mercado. É neste ponto que sua história se difere da maioria – para sua surpresa, conseguiu se recolocar rapidamente.

    “Meu marido é ligado à tecnologia e me falou do MaturiJobs. Fiz o cadastro e em menos de dois meses fui chamada para entrevista na TeleHelp. Não esperava ser contratada de forma tão rápida. Foi uma surpresa, eu não acreditava que pudesse retornar à vida corporativa aos 54 anos. Sinto-me privilegiada por voltar a atuar numa área que já tinha experiência, e o trabalho tem sido muito gratificante. Estou em transformação, pensando em retomar os estudos e vendo agora uma perspectiva de carreira. Meu conselho para os que estão procurando oportunidades é não desistir e buscar caminhos, sempre tem alguma coisa”.

     

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